fale-conosco
topo home
topo log

topo educação EDUCAÇÃO

placa de sinalização
compartilhe
Gripe suína: como fica a volta às aulas?
Nas próximas semanas, as férias prorrogadas terminam e as crianças retomam suas atividades escolares. Caso você esteja na dúvida se já é seguro deixar o pequeno no berçário ou na escolinha, não deixe de ler esta reportagem
Por Gabriela Agustini / Ilustração Eder Redder
O crescimento do número de casos de gripe A (H1N1) divulgados recentemente pela imprensa trouxe ansiedade aos pais que aguardam o início do segundo semestre letivo. “A preocupação é válida, pois o momento é de cautela”, diz Marco Aurélio Safadi, pediatra e infectologista do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Segundo o médico, é provável que o aumento da temperatura se reflita na diminuição no número de infectados nas próximas semanas, mas é preciso aguardar para ter certeza

Enquanto isso, a recomendação do pediatra é, se possível, prolongar ainda mais as férias dos pequenos que vivem nas cidades mais afetadas pela nova gripe, como Rio de Janeiro e São Paulo. Isso porque, de modo geral, o ambiente escolar favorece a proliferação de todo tipo de infecção. “Não dá para ensinar uma criança de 2 anos a não abraçar, beijar e compartilhar objetos. E essas ações contribuem para a maior atividade de qualquer vírus”, explica Safadi.

A infectologista Rosana Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e da Maternidade Pro-Matre Paulista, ambos em São Paulo, concorda: “Os pais com condições e estrutura devem manter bebês e crianças até a idade pré-escolar em casa”. Na opinião da especialista, essa precaução é temporária. “É preciso pelo menos uma semana com o clima quente estável, além de números de casos novos e internações em queda, para acreditar que o ápice da epidemia passou.”

Já o pediatra Antônio Carlos Arruda, diretor do Hospital Infantil Menino Jesus, também na capital paulista, acredita não haver motivo para alarde. “Se os pais se conscientizarem de que não devem levar crianças com sintomas para a aula, todas as outras estarão seguras. Não vejo problema em permitir que a rotina delas volte ao normal”, diz ele. De fato, muitos não têm com quem deixar seus bebês e filhos pequenos e precisam mandá-los para a escola, creche ou berçário. Nesse caso, os médicos sugerem algumas medidas de prevenção.

Se a criança for para a escola

- Converse com a direção do colégio ou berçário para saber se estão tomando os cuidados necessários: janelas e portas devem permanecer abertas para o ar circular, os funcionários têm que higienizar as mãos regularmente e não devem trabalhar em hipótese alguma com sintomas de gripe ou qualquer outra doença.

- Não leve seu filho quando estiver doente para o convívio com outras crianças. Se todos os pais tomarem consciência disso, os pequenos ficam mais protegidos. Vale qualquer sintoma, como diarreia, vômito, coriza, olhos lacrimejando, tosse, dor no corpo, falta de ar e, principalmente, febre. É importante ainda manter a criança em casa por, no mínino, uma semana após o aparecimento de uma dessas reações.

- Ensine-a a higienizar as mãos e a não compartilhar objetos de uso diário, como lápis, borracha e brinquedos, com outros colegas. Vale ainda orientá-la a utilizar o copo descartável, em vez do bebedouro. As dicas são válidas para os maiores de 3 anos, já capazes de compreender o pedido.

Continue lendo

 

nomes de bebes PUBLICIDADE:
assine
Faça parte da nossa comunidade Receba as últimas notícias do Bebê
PUBLICIDADE:
topo home