Quando o cômodo é muito pequeno e, por esse motivo, restringe a distribuição do mobiliário, uma boa saída é explorar as paredes. Neste quarto, a arquiteta Maria Paula Giuliano, da loja
Cameretta, de São Paulo, usou e abusou desse recurso. “As caixas de madeira presas na estrutura de ferro podem ser colocadas em diversas posições. Dessa forma, o quarto fica versátil e se modifica sempre”, afirma. A bancada de estudos acompanha essa movimentação. “A escrivaninha pode crescer junto com a criança, ou seja, quando ela ficar mais velha, podemos subir o tampo e assim ela utilizará o espaço até a adolescência.” O pink, uma escolha da dona do ambiente, de 4 anos, aparece apenas nesta parede, contrastando com os nichos. “As demais superfícies são brancas para o visual não ficar carregado”, justifica a profissional.